Empreendimento no Arado recua projeto graças à pressão cidadã

NOTA OFICIAL CAMPANHA PRESERVA ARADO

Referente à reportagem veiculada pela RBS/ZH em 03 de Julho de 2018

EMPREENDIMENTO RECUA NO PROJETO GRAÇAS À PRESSÃO CIDADÃ

Por meio de reportagem veiculada pela ZH, a campanha Preserva Arado! ficou tendo notícias do empreendedor, que andava sumido desde 2016, quando recusou-se a comparecer em audiência na Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara de Vereadores (COSMAM).

Apesar do Processo de Licenciamento Ambiental estar SUSPENSO, concluímos que o empreendimento esteve bastante ocupado gastando recursos em um “projeto corrigido” de urbanização para a Fazenda do Arado. Esse “projeto corrigido” RECUA UM TERÇO a ocupação urbana PREVISTA INICIALMENTE no Processo de Licenciamento Ambiental, removendo principalmente os ATERROS antes projetados sobre as várzeas e banhados alagáveis pelo Guaíba.

Viemos esclarecer que quem apontou inicialmente esse impacto ambiental irreversível dos aterros sobre várzeas fomos nós, sociedade civil organizada. Cidadãs e cidadãos, tanto de Belém Novo quanto de outros bairros, que enfrentaram com um olhar social, ambiental e sobretudo técnico um empreendimento megalomaníaco. Nós inclusive calculamos a área alagável que o projeto não deve se instalar. Eles recuam com nossos apontamentos.

Ou seja, esse “projeto corrigido” divulgado pela Zero Hora NÃO consta originalmente no Processo de Licenciamento Ambiental. É resultado dos apontamentos e laudos apresentados pela campanha Preserva Arado! com relação às falhas e omissões do empreendimento como um todo.

Confira a diferença entre o projeto ORIGINAL e o projeto “corrigido” divulgado na Zero Hora pelo empreendimento:

 

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